
Tour 360°
Tour virtual 360° para franquias: o padrão da rede em cada unidade
A mesma interface, o mesmo mascote e as mesmas instruções em todas as unidades, cada uma com o próprio link e no Google Maps. Como funciona, a partir do tour da Leva & Lava Itapetininga.

Uma rede de franquias vende padrão. Quem entra numa unidade espera encontrar o que encontrou na outra: a mesma marca, o mesmo atendimento, o mesmo jeito de fazer. Na internet, esse padrão costuma se perder. Cada unidade aparece com as fotos que o franqueado conseguiu tirar, um perfil no Google Maps cheio de fotos de clientes e, quando tem, um tour feito por quem estava mais perto, cada um de um jeito.
O tour virtual 360° padronizado leva o padrão da rede para a primeira visita, que hoje acontece no celular. Este post é para quem cuida de marketing, operação ou expansão de uma rede. Mostramos o que um tour de franquia precisa ter a partir do tour que fizemos para a Leva & Lava Itapetininga, uma lavanderia self-service, e de duas escolas de rede que seguiram o manual da marca. A parte técnica, do tripé ao Analytics, está no post sobre o padrão técnico de tour 360° para franquias.
O que muda quando a rede inteira tem tour
Um tour avulso mostra uma loja. Um tour de rede é um formato, repetido em cada unidade:
- A mesma interface. Logo, cores, tipografia, botões e galeria iguais em todas as unidades. Quem já abriu o tour de uma sabe usar o da outra.
- O mesmo percurso. A captura segue o mesmo roteiro em cada loja: fachada, entrada, área de atendimento, equipamentos. O cliente compara unidades vendo as mesmas coisas.
- Os mesmos textos. Instruções de uso, regras e avisos são escritos uma vez pela rede e valem para todas.
- Um link por unidade. Cada unidade tem o próprio endereço, o próprio título no Google e o próprio WhatsApp.
- Cada unidade no Google Maps. A mesma captura vira panoramas ligados ao perfil de cada unidade.
O resultado é que a rede deixa de ter trinta jeitos de aparecer e passa a ter um.
Leva & Lava Itapetininga: o tour que ensina a usar a loja
A Leva & Lava é uma rede de lavanderias self-service. A unidade de Itapetininga fica dentro do Tenda Atacado, no centro da cidade, e o cliente faz tudo sozinho: escolhe a máquina, paga no totem, lava e seca. Isso muda o papel do tour. Além de mostrar a loja, ele precisa explicar como ela funciona.
O tour tem seis cenas, do corredor da galeria do Tenda Atacado até a frente das máquinas, e abre na entrada da loja, vista da porta de vidro, com as máquinas, a bancada de cestos e a área de espera à frente. No alto, uma barra branca com o logo da rede, o botão do WhatsApp e o botão “Como Funciona”. Um selo no canto avisa que a loja fica dentro do Tenda Atacado, a primeira dúvida de quem procura o endereço.

O botão “Como Funciona” abre o serviço em quatro etapas, as vantagens e um passo a passo em seções que abrem e fecham: como pagar no totem, como lavar, como secar, a responsabilidade do cliente, os produtos já dosados pela máquina e o que não pode ser lavado. Dentro da loja, botões sobre a lavadora, a secadora e o totem abrem as dicas de cada equipamento.


No canto da tela, o coelho mascote da rede aparece em três pontos: no corredor da galeria, em frente à fachada, para falar da localização; na entrada, para dar as boas-vindas e dizer onde fica cada coisa; e na frente das máquinas, para apontar os botões de cada equipamento. O botão “Como chegar” mostra o endereço, o estacionamento, os horários e se a loja está aberta naquele momento, e traça a rota pelo Google Maps ou pelo Waze.

Nada disso é específico de Itapetininga, a não ser o endereço, a rota, o WhatsApp, os horários e o selo do Tenda Atacado. A interface, o mascote e os textos de instruções servem a qualquer unidade da rede. É isso que faz de um tour de unidade o modelo de um tour de rede.
O tour como atendimento
Num negócio self-service, as mesmas perguntas chegam todos os dias pelo WhatsApp: como pago, quanto sabão coloco, posso lavar a caminha do cachorro, a loja está aberta agora. Quando o tour responde, ele responde no lugar onde a dúvida aparece, com a imagem da máquina ao lado do texto.
Para uma rede, o ganho se multiplica. O texto de instruções é escrito e revisado uma vez, pela rede, com o cuidado que ele pede: regras de uso, itens proibidos, responsabilidade do cliente. Depois é o mesmo em todas as unidades, e uma correção vale para todas. Como organizar esse conteúdo dentro do tour está no post sobre instruções de uso no tour virtual, e o caso das lavanderias, no post sobre tour virtual para lavanderia.
O mesmo raciocínio vale para outras redes em que o cliente precisa aprender a usar o espaço antes de chegar: academias, coworkings, lojas com autoatendimento, escolas com várias salas.
Mascote e identidade da rede
Uma rede já tem manual de marca, e o tour precisa caber nele. Em Itapetininga fizemos tours para unidades de duas redes de escolas, e nas duas o ponto de partida foi a marca da rede, não a da unidade. Na Maple Bear, a interface segue o brandbook global da marca: logos, paleta e tipografia oficiais. No CNA, o tour usa a identidade nacional da escola e os quatro mascotes que os alunos já conhecem, um para cada público.

Na Leva & Lava, o mascote é o coelho que já está nas paredes da loja e nos adesivos das máquinas. No tour, ele vira guia: o mesmo vídeo, no mesmo canto da tela, com textos diferentes para cada ponto da loja. Numa rede, o vídeo do mascote é produzido uma vez e entra em todas as unidades. Como funciona o avatar animado, do balão ao celular, está no post sobre avatar animado como guia do tour.

Cada unidade no Google Maps e no próprio tour
O cliente de franquia procura a unidade mais perto: “lavanderia perto de mim”, “escola de inglês no bairro”. Quem aparece é o perfil da unidade no Google, e é ali que o tour precisa estar.
A mesma captura serve aos dois canais. No Google Maps, os panoramas ficam ligados ao perfil de cada unidade, com a interface do Google. A Leva & Lava Itapetininga tem quatro panoramas publicados no Maps, além do tour próprio. Como funciona a publicação está no post sobre como publicar um tour 360° no Google Maps.
O tour próprio de cada unidade também é uma página para o Google. Na Leva & Lava, ele tem título com a marca e a cidade (“Leva & Lava | Tour Virtual 360° em Itapetininga”), descrição, imagem de compartilhamento e dados estruturados de lavanderia, com endereço e horários. Numa rede, cada unidade ganha a mesma estrutura com os dados dela, e passa a ter uma página que fala daquela cidade, não só da marca.

Com o tour de cada unidade no ar, dá para ir além:
- Tour na página da unidade no site da rede. Se a rede tem uma página por franqueado, o tour pode entrar nela.
- Uma página de links por unidade. Com o tour, a rota, o WhatsApp e o botão de avaliação no Google, para usar na bio do Instagram e no perfil do Maps.
- Remarketing. Com a tag da rede no tour, quem visitou uma unidade pode receber os anúncios da marca depois.
- Outro idioma. Unidades em cidades turísticas podem ter o tour também em inglês, como já fizemos em restaurantes e exposições.
Hospedagem centralizada
Num tour de rede, a hospedagem precisa ser uma só. Os tours ficam nos servidores da gm360, em tourgm360.com.br, servidos pela rede da Cloudflare, sem ocupar o servidor da franquia nem depender do site de cada franqueado. Cada unidade tem um caminho próprio, como o da Leva & Lava: tourgm360.com.br/leva-lava/.
Isso tem três efeitos práticos. A rede sabe onde estão todos os tours. Uma mudança de interface ou de texto é feita uma vez e aplicada em todas as unidades. E o Google Analytics registra os mesmos eventos em todos os tours, com os mesmos nomes, o que permite comparar as unidades.
Conte quantas unidades a rede tem, onde elas ficam e o que o cliente precisa saber antes de chegar. Respondemos em até 1 dia útil com uma proposta. Fazer orçamento (abre em nova janela)
O tour na expansão da rede
O tour também pode trabalhar para quem vende franquias. Um candidato a franqueado quer ver como é uma unidade por dentro antes de visitar uma: o tamanho, os equipamentos, a fachada, a comunicação visual. Dá para fazer isso de dois jeitos:
- Um tour da unidade-modelo para o time de expansão. Uma unidade escolhida pela rede, fotografada com os bastidores que o cliente final não vê, para mostrar a quem está avaliando a franquia.
- Um botão “Seja um franqueado” nos tours das unidades. Com um formulário curto que manda o contato direto para o CRM da rede, como os formulários de matrícula que já fazemos em tours de escolas.
Os dois partem da mesma captura e da mesma interface. O que muda é o público e o botão de contato.
Como funciona com várias unidades
- A unidade-padrão. A primeira captura define o roteiro, a interface, os textos e o mascote. A rede aprova tudo nela.
- A ficha técnica da rede. O que precisa ser igual em todas as unidades fica escrito: posição da câmera, cenas, nomes, botões, eventos do Analytics. É o assunto do post sobre o padrão técnico de tour 360° para franquias.
- A agenda por região. As capturas são agendadas por região, com data fechada para cada unidade. Uma loja pequena se fotografa em poucas horas; a unidade não precisa fechar se a captura acontecer fora do horário de movimento.
- A publicação. Cada tour vai ao ar em até 7 dias úteis depois da captura da unidade, com o próprio link e, se entrar no escopo, os panoramas no Google Maps.
O que a unidade precisa arrumar antes do dia está no post sobre o que preparar no espaço antes da captura 360°.

Quando faz sentido para a rede
O tour rende mais numa rede quando o cliente decide online qual unidade visitar, quando precisa aprender a usar o espaço antes de chegar ou quando a rede quer que todas as unidades apareçam do mesmo jeito no Google. Lavanderias self-service, escolas de idiomas, academias e lojas com autoatendimento estão nesse grupo.
O tamanho do projeto depende do número de unidades, do tamanho de cada loja e dos recursos da interface. O post quanto custa um tour virtual 360° mostra como cada item entra na proposta, e a página de tour virtual 360° explica o que entra num tour personalizado, da captura à publicação.
Quer o mesmo tour em todas as unidades da sua rede? Abra o tour no case da Leva & Lava Itapetininga, veja a página de showrooms e lojas ou chame no WhatsApp (abre em nova janela).
FAQ
Dúvidas frequentes
Precisa fotografar todas as unidades de uma vez?
Não. O normal é começar por uma unidade, fechar nela a interface, os textos e o roteiro da captura, e seguir para as outras com esse padrão. Cada unidade é capturada num dia, na data que funciona para ela, e o tour dela é publicado em até 7 dias úteis depois da captura.
O que muda de uma unidade para outra?
O que é da unidade: endereço, rota, WhatsApp, horário de funcionamento, a referência de localização e as cenas, que dependem da planta de cada loja. Interface, cores, mascote, textos de instruções e botões são da rede e ficam iguais em todas.
E as unidades em outros estados?
A gm360 atende São Paulo e o Brasil, e a captura das unidades de fora entra na agenda da rede, organizada por região. Para unidades muito distantes, dá para estudar uma alternativa: fotos de um parceiro local, feitas seguindo a ficha técnica da rede e montadas no mesmo padrão. O post sobre o padrão técnico de tour 360° para franquias explica como isso funcionaria.
O tour próprio substitui o Google Maps da unidade?
Não, os dois se completam. O Google Maps mostra a unidade para quem procura no mapa, com a interface do Google. O tour próprio leva a marca da rede, as instruções de uso, o mascote e os botões de contato. A mesma captura serve aos dois.
Quanto custa o tour para uma rede de franquias?
Depende do número de unidades, do tamanho de cada uma, dos recursos da interface (instruções, mascote, formulários) e de entrar ou não o Google Maps. O post sobre quanto custa um tour virtual 360° mostra como cada item pesa na proposta.




